18 março 2009

Quadrárvore



Depois de melhoramentos nas Paivas, em que os extremos dos ramos assumem formas de folhagem, surge a Quadrárvore. Criada pelo tempo, esta árvore deixa de ter a funcionalidade que tinha para se tornar mais orgânica.



Fotografia Sara Constança
90 Bigornas

Familiárvore



Pode dizer-se que a Familiárvore seja o ex libris da Bigornalouca. Semelhante a um bonsai de uma árvore africana, impressionante pela qualidade do desenho da Diana e criação do Alexandre, é a árvore genealógica da família, feita para oferecer à mãe.



Pais, filhos e netos, compõem a folhagem de uma das peças mais extraordinárias desta oficina artesanal.



Fotografia Sara Constança
250 Bigornas ( por encomenda)

VerdeSobro



Fotografia Sara Constança
500 Bigornas (por encomenda)

Na sequência do sucesso da Paiva, um arquitecto paisagista que a viu propôs à Bigornalouca que fizesse uma árvore à escala natural, para o jardim de um casal recém-casado. A Arvorerde é a maquete desenhada pela Diana e pelo Alexandre em conjunto, de forma a identificarem-se no projecto. E tal como um casamento evolui com a vida, esta árvore também evolui com a oxidação. O aço corten sugere eternidade pelas suas propriedades anti-corrosivas, e o cobre, que é nobre, inverte a sua cor assim como no casamento se dá uma alternância da vida.


09 outubro 2008

Roda a Mesa



A Roda a Mesa nasceu entre uma descoberta do Alexandre em visita à Herdade de uns amigos e o desenho que a Diana fez para a suportar. Assim que o Alexandre encontrou esta roda de tractor entre outras coisas de ferro antigo, o que viu foi uma mesa de exterior. O que estava destinado ao ferro velho foi posto a uso e a função da roda manteve-se tornando a mesa rotativa.



Fotografia Diana e pós-processamento digital Sara Constança

04 novembro 2007

Espada de Cartas






















Lembram-se de jogar ao prego na praia? Mais um costume tradicional que não ficou esquecido pela Bigornalouca, mas desta vez a brincadeira não ficou pelas areias Lusas.













A Espada de Cartas, que também pode abrir páginas de livros antigos, é produto da grande paixão que o Alexandre tem pela forja. Qual ferreiro d’armas nobres.












Fotografia Sara Constança

Bailarinas

Uma das formas mais recorrentes da Bigornalouca é a flor, o Alexandre não consegue deixar de as incluir nas suas ideias. E as Bailarinas já se tornaram num ex libris da Bigornalouca, quem quer que conheça a Diana e o Alexandre sabe que esta flor que dança é uma das peças repetidas fundamentais da Bigornalouca. Uma dança que não precisa de grandes estímulos para começar, por vezes basta uma corrente de ar um pouco mais forte e lá estão as bailarinas.



Mas as bailarinas, que não param de ondular a parte de cima do seu corpo por muito tempo sob cada estímulo, também mexem os seus pezinhos. Podem escolher-se diversas formas para configurar a base destas flores.



35
Bigornas Fotografia Sara Constança

03 novembro 2007

Flor de Tom


Para quem não sabe, a Bigornalouca faz vitral, e dos objectos que a Diana constrói costumam sobrar muitos vidrinhos, restos de peças grandes. Os restos foram crescendo e um dia resolveram pôr-se a brincar com eles a ver o que surgia. Apareceram flores de vários tons.
25 Bigornas

Fotografia Sara Constança

Caracol do Mar



A inspiração do Alexandre ganha muito com as idas à Ericeira. Desta vez ele lembrou-se de fazer um suporte para fotografias ou cartões com a forma de um caracol marinho. Aqui o temos a segurar a Cisterna Portuguesa em El Jadida, Marrocos, numa fotografia de Alain-Michel.



10 Bigornas
Fotografia Sara Constança

02 novembro 2007

Lapa

No Inverno não é incomum que a Diana e o Alexandre levem os filhos para a praia, e uma das diversões da família na praia desta estação é apanhar lapas.


10 Bigornas
A Lapa é um pingente, ou porta-chaves, que resultou das tantas conchas que se foram acumulando com as idas à praia no Inverno.

Fotografia Sara Constança

Corvo


10 Bigornas

Este porta-chaves é muito mais que um porta-chaves, mas não porque tenha outras funções. É o símbolo que defende e representa a união da Diana com o Alexandre. Uma runa de protecção que o casal assumiu para si e ofereceu a cada um dos familiares e amigos que estiveram presentes no casamento.



Fotografia Sara Constança